Meu roteiro em Paris: DIA 3 – MUSEUS

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Museu do Louvre

Chegou o dia do Louvre! Novamente nos aproveitamos da proximidade do hotel para ir a pé, costeando o Rio Sena. O museu abre às 9h, então deixamos o hotel por volta de 8h30min. Conforme vai chegando perto, nota-se a imponência do prédio. E, assim como Paris não é só a torre Eiffel, o Louvre não é só a Mona Lisa. Meu medo maior era pegar uma fila gigantesca para entrar, mas por chegarmos cedo e também pela ajuda do ‘Paris Museum Pass’, não tivemos problemas em acessar rapidamente por baixo da pirâmide de vidro. Ainda no Brasil, havíamos selecionado quais obras queríamos conhecer e anotado em quais salas, de qual setor, cada uma delas estava. No guichê de informações, conseguimos um mapa do museu e assim fomos nos encontrando. Não há exagero quando se diz que é impossível conhecer o Louvre inteiro em apenas um dia. São 3 alas diferentes, com peças egípcias, assírias, persas, gregas, romanas, pinturas, esculturas e até os aposentos de Napoleão Bonaparte! Por isso, prepare-se para perder-se e encontrar-se muitas e muitas vezes. Não sinta vergonha de perguntar aos funcionários do museu. Eles estão sentados em algumas salas, ou circulando, e a maioria fala inglês.

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Mona Lisa

As peças que selecionamos para ver foram: Vênus de Milo, Hermafrodita Deitado, Código de Hamurabi, Tumba de Philippe Pot, Psiqué Reanimada pelo beijo de Eros, Victória de Samotrácia, A Liberdade Guiando o Povo e ela: Mona Lisa! Prepara-se para não ter uma decepção. O quadro mais famoso de Leonardo da Vinci ocupa o centro da sala e muitas placas anunciam quando você chega perto, mas é relativamente pequeno e cercado de muita gente com câmera fotográfica. Demoramos para chegar o mais próximo possível, pedindo desculpas em inglês, espanhol e francês (se souber falar japonês, aproveite para exercitar, pois são muuuuuitos asiáticos por todo o museu!).

Como não tínhamos pressa e não nos atemos a nenhuma obra em específico, matamos a curiosidade em uma manhã – até porque, outras atrações nos esperavam! Ao deixar o Louvre, caminhamos pelo Jardin des Tuileries, passando ao lado do Arco do Triunfo do Carrossel do Louvre (que não é aquele famoso, postado na avenida Champs-Elysées, mas é muito bonito e imponente). Com muita dor nas pernas e a fome batendo, procuramos uma ‘brasserie’ – que é mais barato que os restaurantes franceses, cheios de requinte. Novamente, recorri ao ‘Formule’ para o almoço. Desta vez, gastei € 12 (mais uma caneca de cerveja). O lugar onde almoçamos, ficava ao lado do Museu d’Orsay, que foi nossa atração da tarde – usamos o ‘Museum Pass’ obviamente e, outra vez, evitamos fila de ingressos.

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Museu d’Orsay

Talvez por ainda estar anestesiado com tudo o que vimos no Louvre, o d’Orsay ficou meio ‘sem graça’. Mas o lugar é magnífico também! O prédio fica do outro lado do rio Sena, de frente para o Louvre, e possui um relógio gigantesco em seu interior, mantido ainda dos tempos em que era uma estação ferroviária. Entre as obras lá expostas, quadros de van Gogh, Cézzane, Renoir, Monet e Manet. Ainda há a famosa escultura ‘Porta do Inferno’, de Rodin. Vale a visita! Mas é inegável que apreciar obras de arte em Paris cansam as pernas. Assim, com as coxas moídas, pegamos o metrô de volta ao ‘Quartier Latin’. Eram 19h e eu já estava na cama, exausto, pronto para dormir!

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